IV JORNADA

CONVOCATÓRIA

 

O AMOR foi o tema escolhido este ano pelo Instituto Bem Te Vi para convocar ao trabalho e ao diálogo os que se ocupam da Clínica e da Pesquisa para o  Desenvolvimento Humano.

Propomos a partir da psicanalise que o amor é a condição de existência do ser falante. O amor articula-se ao desejo, que é falta e incompletude. Resultante do encontro do desejo com o seu objeto e com o gozo dele obtido, o amor, todavia, é também desencontro. É que, com Lacan, o desejo por ser falta não tem objeto que lhe complemente. Eis um paradoxo do amor: necessita do desejo e busca satisfazer-se na completude, mas é própria do desejo a condição de insatisfação, falta que anseia outro objeto em continuo deslize metonímico. Em outras palavras, na busca de completude, elegemos objetos que acreditamos serem capazes de nos completar (como na ideia da alma gêmea, o yin-yang, negativo-positivo, etc..). Tais objetos, entretanto, sempre caem, em virtude da impossibilidade de completude estrutural do desejo. Na ânsia da unidade, colocamos outro objeto no lugar daquele que caiu, ou o mesmo objeto, agora revestido de outros significantes.

Não existindo complementariedade possível, por que “Não há relação sexual”. O amor vem, então, como suplência, como substituto dessa impossibilidade radicalmente humana.  É porque o amor fracassa no impossível de se fazer Um, que volta-se a amar e a desejar. O amor tende sempre ao Um; o desejo, por estrutura, sempre o impede. Eis porque o  desejo e o amor   diferenciam-se, complementam-se  e ainda des-completam-se.

Propomos, nessa Jornada, o Amor como articulador dos vetores Corpo, Tempo e Desejo. Nas diferentes vertentes em que desenvolvemos nossos trabalhos, acompanhamos homens e mulheres articulando questões com seu corpo, o tempo e o desejo  que lhes move. Fazem isso enquanto tecem o cotidiano de suas vidas, atualizam suas angústias, põem em marcha suas posições desejantes.

O amor como fio que perpassa, que  costura e corta, que move, opera e transforma essas posições. O amor produzindo  acontecimentos. Seja no corpo,  na vida desiderativa, nos modos de agrupamentos, nas construções dos laços afetivos, nas formações familiares, nas comunidades, no pacto civilizatório.

Apoiados numa vertente lacaniana da psicanálise, propomos pensar o amor a partir de seus paradoxos: amor e ódio, “amódio”, dom e falta, entrega e resistência, salvação e submissão, presença e ausência, distancia e proximidade, “amuro”. O amor e suas complexidades.

A partir das incidências do amor em relação ao corpo e ao tempo, propomos pensar tais vetores em relação ao ser humano a partir das varias idades da vida, ainda que saibamos que o tempo que rege o ser falante não é regulado unicamente pela cronologia, mas pela lógica do significante.

Assim as crianças em sua entrada para o mundo, em sua abertura para as aprendizagens, em suas aventuras e desventuras na linguagem, testemunham o que do amor aí faz suas marcas, faz enigmas, interfere na construção do corpo erógeno. Desde o desejo de seus pais, antes mesmo de chegar ao mundo serão as palavras, os significantes que constituirão o campo desiderativo por onde ela própria virá a se posicionar também frente ao desejo. Assim o fará construindo sua imagem inconsciente do corpo, seus modos de tradução da angústia e do apaziguamento, que aparecem como sintomas na infância. Sejam eles os déficits na cognição, dificuldades de relacionamento, questões psicossomáticas, indisciplinas, dentre outras que a clinica com crianças nos aponta.

A adolescência é certamente um tempo onde evidenciam-se as questões sobre as dificuldades do sujeito no encontro com o Outro e com a necessidade de se posicionar frente ao sexo. O corpo em transformação e a convocação a ocupar um lugar para além do espaço familiar fazem do adolescente aquele que, por excelência, interroga amor, tempo e corpo. Inclusive, fazendo sintomas.

Ainda homens e mulheres em seu encontro com os efeitos que o tempo produz em seus corpos atestam que as articulações corpo, amor e desejo não serão definitivamente respondidas com o transcorrer do tempo. O humano, atravessado pelo inconsciente, estará continuamente em posição de um saber sempre incompleto acerca de si mesmo. (Des)encontros amorosos, dificuldades na relação com o outro, instabilidades emocionais, sensações de desconhecimento de si mesmo, impasses frente a angustia, impulsividades e dependências,  entre outras, são questões que advém da clinica com adultos.

Quanto aos idosos, são deles as interrogações relacionadas às problemáticas da memória, aos isolamentos, às inadequações frente ao lugar em que são colocados ou vão se deixando colocar em um mundo onde a capacidade de produzir é parâmetro de avaliação e validação do sujeito. Todas elas apontam para as dificuldades do humano de articular tempo, corpo e desejo em sua história singular. Até o final de sua vida, o humano defronta-se com o enigmático de sua relação consigo mesmo e com o outro.

O tempo é linha por onde a vida transcorre. O tempo cronológico produz efeitos no corpo. Infância, adolescência, adultez e envelhecimento, as idades da vida, dão mostras do percurso do tempo sobre o corpo. Mas estamos por Lacan, advertidos do tempo lógico próprio ao inconsciente que também faz suas marcas, interrogando o tempo cronológico, complexificando as faixas etárias e a própria noção de desenvolvimento, no sentido de uma linearidade entre evolução e tempo.

Propomos nesta IV JORNADA, que os participantes, cada um de um ponto de mirada que suas práxis lhe permitem, venham falar e discutir sobre o que presenciam, testemunham dos efeitos do amor sobre o corpo, o tempo e o desejo.

 

Eixos Temáticos:

 

EIXO I – AMOR, AVE FÊNIX E AS (DES)MADUREZAS HUMANAS

 

O amor, diz Lacan, faz suplência à inexistência da relação sexual. O amor como invenção, arrebatadora ou pacificadora, como possibilidade de lidar com o inevitável descentramento de si, com o desamparo fundamental, com a alteridade. O amor como encontro, “Almor”; O Amor como obstáculo, “amuro”; O amor como ódio, “amódio”; O amor e seus paradoxos, faixa moebiana, onde o humano jamais saberá definitivamente de si e do outro. Não há amadurecimentos  no humano que garanta um saber fazer com o amor. Há o infantil que retorna, há o desconhecimento de si, há  o enigma de si e do outro como obstáculo e estimulo ao progresso do amor. Há o fazer Um com outro  inatingível e há a  luminosidade do breve instante do encontro, onde a ilusão do Um irradia seus claros. Há as parcerias para além das faltas, o trançamento e as separações possíveis de historias.

1.1  O Amor e seus paradoxos

1.2  Sobre o Tempo e o Amor ou Quanto tempo dura um Amor?

1.3  Sobre as Idades e o Amor ou Qual a idade para Amar?

1.4  Parcerias amorosas: para além dos ideais do amor romântico, como acontece o Amor?

 

 

EIXO II – O CORPO EM CENA: SITUAÇÕES CLÍNICAS

 

Foi desde Dora, o caso clinico da moça atendida por Freud, que ficamos advertidos da possibilidade dos conflitos psíquicos aparecerem traduzidos em sintomas corporais. De lá até aqui, muita coisa mudou, mas a angustia e as dores de existir ainda continuam agindo no corpo falante habitado pelo sujeito entre gozo e desejo. Neste eixo, convidamos os participantes em suas diversas áreas de atuação a trazerem situações clinicas que abordem a dimensão do corpo articulado à noção de sujeito, corpo-afeto, corpo-falante, corpo-sintoma-carta-a-ser-lida.

2.1  Sobre a psicossomática

2.2  Inibição e sintomas corporais

2.3  A angustia e o corpo

2.4  As dificuldades de amar e a clinica psicanalítica

 

 

EIXO III – OS INÍCIOS E O AMOR: A INFÂNCIA

 

O tempo é uma linha onde transcorre a vida do indivíduo que principia-se com a infância e termina com a morte. O tempo transcende o indivíduo. O tempo faz acontecer a Historia que alinha os acontecimentos para além da vida de um homem. Assim, a Historia permite-nos conhecer os movimentos dos povos, dos grupos, das humanidades espalhadas pelo globo. As teorias do desenvolvimento postulam a infância como esse primeiro tempo da existência do indivíduo, fundamental na formação da personalidade do adulto a advir. A psicanálise vem a contribuir com esta questão trazendo a ideia do tempo numa faixa moebiana, onde a continuidade se impõe. Assim temos a infância como fundamental inicio da vida e um infantil que se atualiza para um sujeito dividido pelo inconsciente onde passado, presente e futuro coexistem. Atualizações, deslocamentos, condensações: alguns dos mecanismos atuando na relação do sujeito com o tempo cronológico. O tempo que orienta o psiquismo é marcado por uma lógica singular. Ainda assim, a infância tem suas particularidades, exige que se pense sobre seus manejos clínicos nas questões que as crianças nos trazem em suas queixas e junto a seus pais.  Esse eixo propõe que tratemos da infância e as questões sobre crescer e fazer-se gente, que as crianças em suas dificuldades nos convidam a elaborar, a discutir e fazer avançar os seus tratamentos.

3.1  Relação mãe-bebê

3.2  Função paterna e função materna

3.3  Desejo de falar, desejo de aprender: quando surgem os problemas?

3.4  O brincar e a vida imaginativa

3.5  O que faz uma criança pela outra?

 

 

 

EIXO IV – A ADOLESCÊNCIA E SEUS TEMPOS (DES)AMOROSOS

 

Com Françoise Dolto, diremos que a adolescência é o tempo de um segundo nascimento. Tempo de nascer para o mundo, para além do ambiente familiar. Exige, portanto, um longo trabalho psíquico que cada adolescente vai fazer de um modo singular, a partir de sua historia, das questões em pauta em sua estrutura familiar, das questões de cada tempo da historia que interfere na vida de cada um. A adolescência como crise exemplar, que põe em destaque as mais importantes questões do homem, a saber, questões sobre o amor, o sexo, o trabalho, a vida e a morte. Eles têm que se reposicionar em relação ao amor de seus pais e se organizar em outros modos de amar. Se encontrarão com a difícil questão humana, cuja síntese Lacan traduziu no aforisma: “Não há relação sexual”. A busca do complemento de si no outro, os (des)amores, a força e a fragilidade, a inserção nos grupos e as consequências de precisar estabelecer sincronias com seus pares são questões que colocarão o adolescente em marcha e também que os levarão com seus sofrimentos aos seus tratamentos. Abordaremos nesse eixo as questões do sujeito nesse tempo da vida.

4.1 O adolescente e sua família

4.2 O adolescente e seus pares

4.3 O adolescente e seus questionamentos

4.4  Sintomas do adolescente e seus impasses

 

 

EIXO V – DE ALGUMAS APRENDIZAGENS OU DOS TEXTOS DOS (DES)PRAZERES: EXPERIÊNCIAS NA INCLUSÃO

 

Partimos do principio que a inclusão das diferenças é tarefa nossa, desafio irredutível, que nos remete a sair da repetição do que já conhecemos e a repensar a vida em comunidade, o lugar do diferente. A inclusão deve ser pensada em sentido amplo: inclusão na comunidade. Não para a impossível tarefa de igualar a todos, mas para acionar em cada um a participação possível na construção da realidade que vivemos, a pensar e arcar com as consequências dessas construções.

No âmbito escolar, a partir da diretriz  “lugar de criança é na escola”, cada educador é convocado cotidianamente a desafios nem sempre simples. Diante das dificuldades, não há porque recuar. Urge pensar os casos em suas singularidades, no particular das condições e necessidades de cada sujeito-aprendiz. Propomos neste eixo tratar a inclusão e seus importantes processos acontecendo em cada escola, com cada professor que tem um aluno com necessidades especiais, a partir da idéia de estilo de aprendizagem. Parafraseando o título do livro de Clarice Lispector, ‘Uma aprendizagem ou O livro do prazeres” tentamos extrair dele duas ideias para guiar esse eixo:

– Aprender transforma, produz efeitos de corpo, sobre o modo de viver a vida, sobre o sujeito em sua condição de desejante, como propôs Lacan.

– A verdadeira aprendizagem nos coloca em um ponto onde precisaremos decidir entre repetir ou (re)inventar. A aprendizagem é interminável. Para aprendentes e ensinantes. Eis o desafio. Eis o encontro com um entendimento libertador da aprendizagem.

Neste eixo trabalharemos:

5.1 Desafios da inclusão. O que propomos para cada criança em especial como estratégia de inclusão.

5.2 O que é aprender? Com os déficits e transtornos da aprendizagem, o que trabalhar para supera-los, como contribuir para que um sujeito avance com esses déficits e para além deles?

5.3 Dos cuidados com o aprendente

5.4 Dos cuidados com o ensinante

 

 

EIXO VI – SOBRE O AMOR, O CORPO E A CENA DO MUNDO

 

Neste eixo pretendemos trabalhar a temática da jornada dentro da esfera das questões sociais, posto que consideramos que o sujeito é efeito da cultura. O sujeito só é com o Outro, pelo Outro, em referencia ao Outro, por causa do Outro. O Outro tesouro do significante, o Outro do inconsciente, o Outro da extimidade. Dessa condição advém os diversos modos de existência, os diversos modus operandi que cada sujeito, cada tempo, cada cultura vai produzir e sustentar. Vemos então, surgir soluções que geram a sensação de pertencimento, de apropriação de si e do mundo. Concomitantemente, e inevitavelmente, também o sujeito experimenta, ora a sensação de desalojamento de si mesmo, ora de desalojamento do mundo. Disso advém a força e a beleza das construções humanas e ainda a dor e as dificuldades de habitar o corpo e com ele tomar parte da cena do mundo.  Este eixo abre-se para a discussão de questões  que abordem as novas formas de relações amorosas, as relações do sujeito com seu corpo e com o corpo do outro, a violência, as intolerâncias, a toxicomania, as adições, dentre outros pontos que tratem da relação sujeito, corpo e contemporaneidade.

6.1  Das novas formas de relações amorosas e de agrupamentos familiares

6.2  Violência e intolerâncias

6.3  Os espaços públicos e espaços privados, a rua e o lar

6.4  Das relações do sujeito com seu corpo e com o corpo do outro

6.5. Amor na cidade, amor à cidade

 

 

EIXO VII – O OLHAR  E O CORPO

 

Lacan propôs o Estádio do Espelho como esse ponto fundamental em que o olhar do outro, a mãe ou quem faça a sua função olhando a criança, permite que ela possa, a partir dai, construir seu Eu e preparar sua imagem inconsciente do corpo. Há diversas dimensões no olhar. Há a dimensão reveladora do olhar. A dimensão ilusória e enganadora do olhar. A dimensão acolhedora do olhar, além, bem além dos olhos. Há a dimensão siderante do olhar.  Essa que o terceiro que se interpõe na relação especular entre a mãe e o bebê, o pai ou quem faça sua função, vem para fazer corte, para redimensionar o campo subjetivo. Essa que os encontros e desencontros amorosos entre amantes não cessa de destacar. A dúvida, o campo polissêmico da linguagem, o que não se pode ver ou apreender com os olhos, a multiplicidade de significações que a linguagem instaura para o ser, a divisão do sujeito em seu saber inconsciente: são efeitos que advém do encontro com o Outro, num tempo lógico articulado ao tempo de ver e de ser visto.

7.1  O bebê, a imagem inconsciente do corpo e a função materna

7.2  Olhar e investimento libidinal

7.3  Para além do olho e da visão, o olhar

7.4  Efeitos do olhar sobre o corpo ou Do sujeito entre aprisionamento e libertação

 

 

EIXO VIII – SEXUALIDADE, GÊNERO E O INCLASSIFICÁVEL DA PULSÃO

 

O corpo todo é erógeno. A anatomia e as posições de um sujeito frente a uma posição sexuada são coisas distintas. O corpo erógeno nasce dos cuidados de uma mãe (ou quem faz a sua função) ao seu bebê. Crescer implicará em se defrontar gradativamente com a escolha das posições frente ao sexo, à diferença sexual. A adolescência é o tempo por excelência de se encontrar com as exigências do corpo em transformação, da insistência do pulsional e da resposta do sujeito ao Outro da cultura. As  questões  de sexualidade e gênero articulam-se a uma serie de aspectos da historia de cada sujeito e estarão para sempre marcadas pela dimensão inconsciente. Articula-se também à dimensão da cultura e com os modos que cada tempo lidou com esse tema constitutivo de nossa humanidade. Falaremos em escolha da sexualidade no sentido de implicar cada sujeito em responder sobre seu gozo, porque essa escolha só pode se dar pela dimensão do desconhecimento de si que nos habita a todos. Lacan, com suas fórmulas da sexuação, deixa-nos na direção de que para haver sexo é preciso que alguém se coloque do lado “todo fálico” e alguém do lado “não-todo fálico”, para além da diferença anatômica entre os sexos. O outro do sexo, é pois, sempre alteridade. Busca-se no outro, aquilo que não se tem, independentemente da anatomia.

8.1 Quantos sexos para o humano?

8.2 Questões sobre o feminino

8.3 Questões sobre o masculino

 

 

EIXO IX – GÊNIOS (IN)DOMÁVEIS E O AMOR

 

Desde sua fundação o Instituto Bem te Vi busca o diálogo da psicanálise com as artes, o estudo dos processos criativos do sujeito que inclui a produção elaborada dos trabalhos dos artistas e o campo da criatividade nas artes, nas ciências, no artesanato. A criatividade que nos interessa, porém, vai além desses campos do conhecimento. Interessa-nos, sobretudo, a capacidade inventiva do humano, quem quer que seja ele. Estudamos a criatividade-inventividade do sujeito desejante da psicanálise, cindido entre o consciente e inconsciente, produzindo os sintomas que o constituem, que o libertam e o aprisionam. Dentre essas produções humanas, temos toda a potência inventiva que se manifesta nas produções da cultura, no engendramento da língua inventando os dizerem e os silêncios para tentar falar do que somos, para contornar o inatingível que constitui o ser.

“Gênios (In)domáveis” faz-se como um campo de nossas pesquisas onde nos voltamos para os “Gênios” de cada um, no sentido tanto de luminosidade da inteligência, quanto da particularidade de um estilo. “(In)domável” assim escrito, traz à tona, o indomável da pulsão e do inconsciente. Num outro polo com a escrita do “domável” estamos em  referência a toda tentativa de sublimação, de domar o real pela produção simbólica, com um dizer singular, com um sintoma, com as artes todas que já inventamos e as que ainda estão por serem criadas.

Nesta Jornada convidamos os participantes a trazerem suas próprias produções artísticas ou a de um gênio (in)domável que tenha deixado seu dizer como um legado, um testemunho da condição de gênio (in)domável que nos habita. O requisito é que se esteja falando do Amor.

 

Data: 10 e 11 de Novembro de 2017

Horário: Sexta-Feira: 8:00 às 12:00 e 13:30h às 19:00 e Sábado: 8:00 às 12:00 e 13:30 às 19:00h

Público alvo: Psicanalistas, Fonoaudiólogos, Pedagogos, Pediatras, Psiquiatras, Geriatras, Psicólogos, Neurologistas, Terapeutas Ocupacionais, Fisioterapeutas, Artistas, Escritores, Filósofos, Antropólogos, Sociólogos e demais interessados no tema.

Telefone para maiores informações: 2020-4463

 

Investimento:   *Até 30/09/17 – Profissionais: R$ 130,00   –   Estudantes: R$ 65,00

*Até 10/11/17 – Profissionais: R$ 150,00   –   Estudantes: R$ 75,00

O pagamento deve ser feito através de depósito da conta bancaria:

Caixa Econômica        Agência: 0035 Conta Corrente: 8142-1    Operação: 003

CNPJ: 17.196.730/0001-02

 

 

SUBMISSÃO DE TRABALHOS:

 

Data: Até 10/09/2017

 

REGRAS PARA SUBMISSÃO – APRESENTAÇÃO ORAL E PÔSTER:

 

Os trabalhos deverão ser enviados primeiramente em forma de resumo, contendo no máximo 1.000 palavras, desconsiderando o título e o(s) nome(s) do(s) autor(es). Os resumos dos trabalhos inscritos deverão conter as seguintes informações: nome e instituição do(s) autor(es); breve nota curricular do(s) autor(es); o eixo temático e a forma de apresentação do trabalho – oral ou pôster.

 

 

 

 

 

 

 

TRABALHOS APROVADOS:

 

A comissão científica dará o resultado até o dia 25/09/2017.

 

A versão completa do trabalho deverá ser enviada por correio eletrônico, para o endereço  institutobemtevi.oficinas@gmail.com até 12/10/17. Cada trabalho deve conter, no máximo, 9.000 caracteres, em Times New Roman, corpo 12.

 

NORMAS DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS:

 

Apresentação de Trabalhos Orais:

Para as apresentações orais o autor contará com 10 minutos para a exposição do trabalho. Os trabalhos aprovados serão dispostos em mesas redondas, de acordo com o eixo temático ou por proximidade temática. Será designado para cada mesa um coordenador que organizará o debate, com duração de 30 minutos, após as apresentações.

 

Apresentação em Pôster:

Para a apresentação em Pôster o autor deverá confeccioná-lo no formato de, no máximo, 0,90cm de largura por 1,20cm de altura.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s